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Depois de um 2020 de aprendizados e estruturações, 2021 promete ser um ano de aprimoramento e novas soluções para as fintechs e o mercado financeiro.

20 de janeiro de 2021.

Mesmo que 2020 tenha sido um ano repleto de incertezas, o mercado financeiro atingiu bons números e conseguiu crescer em meio à crise causada pelo coronavírus. O problema sanitário ainda não acabou, mas, o aprendizado do ano anterior permitirá que instituições e empresas estejam melhor preparadas para novas adversidades que possam acontecer em 2021. 

Para este ano, as projeções são animadoras: alta de investimentos tecnológicos em novos produtos e no aperfeiçoamento de alguns já existentes. Ainda para o primeiro semestre de 2021, o BC informou que chegará ao mercado o Pix Cobrança, uma nova funcionalidade do meio de pagamento que permitirá que lojistas, varejistas e prestadores de serviços gerem QR Codes impressos para receberem pagamentos. A função vai permitir que sejam realizadas cobranças com vencimentos em datas futuras, além de que já estejam adicionados ao valor juros, multas ou descontos. Além do Pix Cobrança, serão implementadas as funções Saque Pix e Pix Garantido. A primeira permitirá que usuários possam sacar valores em estabelecimentos cadastrados, já a segunda, possibilitará que sejam realizadas transações como se fossem compras parceladas.

Para este ano também entrará em funcionamento as quatro fases de implementação do Open Banking, que possibilitará a criação de novos modelos de negócios a partir do uso de APIs. Com o Open Banking, os clientes poderão compartilhar o acesso aos seus dados financeiros com terceiros, e que serão usados para oferecer aos consumidores novos produtos e serviços financeiros que melhor se enquadram ao seu perfil. Outro ponto que deve ser destacado para 2021 é a chegada do SandBox regulatório, que permitirá a aceleração de processos de inovação ao permitir testes práticos em pequena escala, feitos por empresas privadas em um ambiente controlado.

Todos os caminhos levam ao mercado financeiro

A implementação de novidades no sistema bancário, permite que as fintechs diversifiquem sua prestação de serviços. Segundo dados da Fintech Deep Dive 2020, pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), junto a empresa de consultoria e auditoria PwC Brasil, o segmento que mais atrai as startups financeiras é o de crédito, financiamento e negociação de dívidas, com 21%, seguido pelo de meios de pagamento com 16%. Ou seja,  são setores promissores para continuarem se desenvolvendo este ano. 

Participaram da pesquisa 148 empresas de diferentes localidades do Brasil, mas verdade seja dita, a maioria localizada na região Sudeste, onde 66% das sedes estão localizadas na capital paulista. Esta concentração de mercado significa que as demais localidades são menos propícias aos negócios? Segundo Marcelo Morais, Coordenador de Marketing e Planejamento da Phi, a resposta é não. “Acaba sendo uma tendência natural de todos os mercados ter a concentração no Sudeste, mas o que a gente vê é que tem muita iniciativa local. Não sei se a gente trataria como mercado inexplorado, mas existem muitas iniciativas regionais. ” explica.

A pesquisa também apontou que, no ano passado, 73% das fintechs buscaram desenvolver soluções que sejam relacionadas ao Pix ou ao Open Banking, o que para 2021 pode ser um ponto forte a ser investido. “Falando de 2021, o Pix demonstrou o potencial de mudança, ele atingiu em três ou quatro meses 120 milhões de chaves cadastradas. Demorou de 20 a 30 anos para chegar a esse número de usuários de cartão de crédito. A digitalização vem muito mais rápida e forte. O Pix demonstra o potencial, mas a grande revolução que a gente espera vai ser com o Open Banking, que a gente acredita que junto com o Pix e com as transações instantâneas vai ser a grande virada de capilaridade do mercado financeiro nacional”, completa o Coordenador de Marketing e Planejamento da Phi.

Todos os caminhos levam ao mercado financeiro, segundo Morais. Isso aponta para um maior número de investimentos em fintechs e em soluções digitais. “Todos os caminhos levam a contas digitais e meios de pagamento porque é a última milha ao ponto de contato com o cliente. Então, os grandes investidores, as grandes plataformas de investimento, enxergam muita oportunidade nisso, tanto em fintechs B2C. Uma tendência que já se vê fora do país, mas que provavelmente vai chegar aqui, é o investimento mais forte em fintechs B2B. A digitalização do mercado financeiro acaba sendo uma oportunidade, ela dá mais capilaridade para os investimentos”, explica Morais.

As fintechs são o futuro no presente, já estão consolidadas no mercado e se tornaram grandes parceiras de milhões de usuários. O que você está esperando para tirar suas ideias do papel em 2021? Nós temos as soluções certas e um time megacapacitado para fazer a sua ideia se tornar realidade ainda neste ano!

Fontes:

https://www.pwc.com.br/pt/sala-de-imprensa/artigos/pesquisa-da-abfintechs-e-da-pwc-brasil-revela-amadurecimento-do-mercado-em-2020.html

Phil

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