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A ampliação de serviços financeiros foi a forma que startups de diferentes segmentos encontraram para diversificar suas frentes de atuação. 

29 de dezembro. 

O mercado financeiro foi um dos segmentos com maior crescimento em 2020. Com o boom das startups, novos serviços foram criados e um ambiente mais inclusivo foi possível, mesmo em meio à crise. Neste ano, a necessidade de se reinventar foi determinante. Nesse sentido, a abertura de novas frentes de negócios é um ponto a ser destacado. Startups que inicialmente tinham propósitos específicos viram novas oportunidades para ampliar seus negócios. Um exemplo é o IFood, que criou contas digitais para donos de restaurantes.

Essa abertura nos modelos de negócio está sendo chamada de “fintechzação”, termo criado pelo mentor do programa de capacitação de startups do Sebrae de Santa Catarina e sócio-fundador da Questum, Rafael Assunção. As fintechs utilizam a tecnologia para criar produtos e solucionar problemas relacionados a questões financeiras. Mas quando outros segmentos começam a oferecer tais soluções, isso passa, além de ser um diferencial, a ser um fenômeno de mercado. “Ao aumentarem seu escopo, as startups criam uma proximidade com o cliente muito grande. O consumidor tem mais valor, a empresa monetiza em cima do serviço, todo mundo ganha”, explicou Rafael em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Como surfar nessa onda? 

Os serviços financeiros ofertados pelas fintechs ocorrem geralmente por meio de parcerias, o que acaba contornando as obrigações regulatórias do sistema monetário e ajuda as empresas a inserirem serviços financeiros. “O mercado financeiro é complexo, e é bom que seja assim. Mas você não precisa enfrentar esses impedimentos e pode se valer de outras empresas que são habilitadas para esses serviços”, afirma Rafael Assunção. Assim, tanto as empresas mais consolidadas quanto as mais jovens conseguem adotar a “fintechzação”.

Dos transportes para as contas 

Outro aspecto que leva ao desenvolvimento da “fintechzação” é que houve uma queda na utilização do dinheiro físico, movimento que vem se acelerando nos últimos anos, mas que ganhou força na pandemia. Diversas empresas que já ofertavam seus serviços utilizando as carteiras digitais passaram a agregar cada vez mais vantagens e funcionalidades aos aplicativos. A 99, por exemplo, criou em julho a 99Pay, uma carteira digital que permite aos usuários, além de pagar os motoristas, quitar boletos, fazer pedidos no 99 Food, recargas de celular e transferências para outras pessoas que tenham a carteira da empresa. 

Rio Grande do Sul é polo de inovação 

As empresas de inovação que buscam ampliar seus negócios podem encontrar nos serviços financeiros a solução para garantir retornos ao longo do ano e, ainda, manter a competitividade. Algo que pode ser favorável especialmente para as startups localizadas no Rio Grande do Sul: o estado concentra 41,8% das empresas do hub de inovação do Sul do país, seguido por Paraná (29,7%) e Santa Catarina (28,5%). No Brasil, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado com maior número de startups, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

O próximo ano pode ser um ano onde a pivotagem seja necessária. E não importa qual seja o seu modelo de negócio ou o seu segmento, nós da Phi podemos auxiliar você e sua empresa a se transformar para trazer os melhores resultados. Fale com a gente! Nós temos as soluções certas para fazer o seu negócio decolar 😉 

Fontes:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/11/startups-vivem-fintechzacao-dos-servicos.shtml

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2020/12/rs-reune-418-das-startups-instaladas-na-regiao-sul-ckixn4dun004q019wxqdcqaqf.html

https://99app.com/99pay/

Phil

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