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Competitividade e um número cada vez maior de clientes são destaques do setor.

09 de setembro de 2020.

Atualmente, por meio de nossos smartphones, resolvemos quase todos os problemas sem precisar sair de casa e em poucos cliques. Seja entre uma série ou outra de exercícios, em um almoço rápido antes de voltar ao trabalho ou durante o intervalo da novela, conseguimos resolver uma considerável diversidade de trâmites. Essa comodidade se deve à digitalização dos processos – de vários deles. Aquele boleto que esquecemos de pagar e estava prestes a vencer, por exemplo. É possível realizar o pagamento a tempo graças ao aplicativo do banco, que permitiu efetuar a quitação através do aparelho celular. Processos como este são possíveis graças à digitalização e à aderência dos usuários aos ambientes digitais.

Um relatório feito pela startup Idwall sobre o primeiro semestre de 2020 mostrou como está o atual cenário dos bancos digitais brasileiros. Por meio do levantamento, foi possível identificar o perfil dos usuários e o impacto da experiência de cadastro, além de detalhar os processos de onboarding dos principais players do mercado. 

Nos últimos anos, o mercado de bancos digitais vem crescendo e consequentemente aumenta a utilização de meios móveis para transações bancárias. O crescimento deste cenário é, em grande parte, decorrente da digitalização do mercado financeiro brasileiro. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), no ano de 2019, cerca de 93,6 milhões de contas foram acessadas através de celulares e smartphones. Hoje, muitas das instituições financeiras disponibilizam para seus clientes funções por meio de mobile banking, que no Brasil são utilizados para cerca de 44% das movimentações bancárias. Os dados apontam para uma evolução do mercado para um sistema omnichannel, que é a criação de uma estratégia de conteúdo multicanal, em que as organizações podem aprimorar a experiência do usuário e, assim, proporcionar um melhor relacionamento com o seu público por meio de pontos de contato.

Cada vez mais especializados 

O estudo feito pela Idwall mostrou que a pandemia causada pelo novo coronavírus foi um forte ponto influenciador para a disparada no crescimento dos bancos digitais, causando, assim, um aumento considerável no número de aberturas de contas. Além disso, as instituições financeiras tradicionais acabaram oferecendo aos seus clientes a possibilidade de aberturas de contas de maneira acessível e de mesmo tipo, tornando o mercado ainda mais competitivo. Segundo a startup, o cenário atual fez com que um público ainda maior se interessasse por esta modalidade de conta, o que provavelmente irá impactar positivamente no número de clientes dos próximos anos.

Outro aspecto que acaba influenciando na aderência de abertura de contas em bancos digitais centra-se nos benefícios oferecidos por essas instituições. No atual cenário, quem oferecer uma ótima relação com o cliente, soluções através de suporte, amplo pacote de benefícios ou, então, uma identidade mais adequada com seu público consegue sair na frente dos demais concorrentes. 

Em meio às crises causadas pela pandemia do novo coronavírus, alguns bancos aproveitaram para buscar novos públicos e, assim, aumentar o número de usuários. Foi o que fez o Next, banco digital do Bradesco, que firmou uma parceria com a Disney e criou o Nextjoy. Uma modalidade de conta (que fica atrelada à de um responsável) para que crianças e jovens possam iniciar suas vidas financeiras mesmo antes de chegarem à maioridade. “Sabemos que a criança nunca fecha a conta que os pais abriram, pelo carinho. É algo que ele vai carregar para a vida toda”, explicou Jeferson Honorato, diretor do Next em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Investir num tratamento especial para públicos específicos é uma forma de ganhar e fidelizar clientes. Foi pensando nisso que a fintech brasileira Pride Bank criou um cartão pré-pago para as pessoas do grupo LGBTI+, no qual elas podem usar seu nome social. A instituição busca realizar um atendimento sem discriminação e com total respeito à identidade de gênero de seu cliente. “Isso evita constrangimentos para transexuais e travestis”, segundo o CEO da Pride, Márcio Orlandi Júnior.

O mercado dos bancos digitais tende a ganhar um volume cada vez maior ao longo dos anos, e, pensando nisso, as empresas vêm buscando novas maneiras de atrair clientes, tornando-o mais competitivo e inclusivo. Quer saber mais sobre os meios de pagamento e descobrir quais as melhores opções para o seu negócio? Nós, da Phi, temos diversas soluções e um time supercapacitado para atender às suas necessidades!

Fontes:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/09/bancos-digitais-miram-criancas-e-facilitam-acesso-de-jovens-ao-mercado.shtml

https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2020/09/07/pride-bank-banco-digital-atendimento-comunidade-lgbti.htm

Phil

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