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Facilidade na hora de abrir contas digitais e desburocratização dos serviços fazem com que o dinheiro chegue mais rápido a quem mais precisa.  

 Em tempos de crise, iniciativas privadas e pessoas comuns buscam ajudar quem está passando por dificuldade. Seja doando dinheiro, organizando campanhas de arrecadação, distribuindo alimentos e até fazendo serviço voluntário, o momento pede sensibilidade e ação. Nesse cenário, a tecnologia aplicada aos serviços financeiros vem sendo uma grande facilitadora. A criação de contas digitais para a transferência de doações é um exemplo de uso feito por fintechs, especialmente as de viés social, para fazer o dinheiro chegar a quem mais precisa. 

A abertura de contas digitais está cada vez mais consolidada no Brasil e muitas são as fintechs que oferecem esse tipo de serviço. Como o momento pede agilidade, artigo muitas vezes indisponível nos bancos tradicionais, as fintechs têm se apresentado como uma interessante solução para fazer a distribuição das doações. É o caso do Banco Afro, uma fintech de viés social fundada em 2019, que emergiu de um coletivo de afro empreendedores que buscavam uma solução financeira que não somente desse conta das suas demandas relacionadas ao dinheiro, mas que também entendesse as suas necessidades sociais. “Em um primeiro momento, a gente tentou criar um serviço junto com os principais bancos do Brasil, em seguida, entendendo a oportunidade de mercado e o meu nohall tecnológico, fez todo o sentido criar uma fintech ao invés de ficar brigando com os bancos para criar um produto ou serviço”, afirma Diego Reis, fundador do Banco Afro, empreendedor serial e especialista em Segurança da Informação. “Pensando em produtos que fariam sentido para a nossa comunidade, percebeu-se que a conta digital, os meios de pagamentos (maquininhas e gateway de pagamentos) e o microcrédito eram as propostas que iam criar mais valor e atender melhor ao nosso público”, afirma Reis. 

O Banco Afro e o Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS) são os articuladores do Fundo de Impacto Social Para Microempreendedores e Pessoas em Situação de Vulnerabilidade, que foi aberto para captar recursos para doações. “Foi da nossa apresentação do fundo a empresas que vieram as propostas de iniciativas como ‘Pintar o Bem’, uma ação coletiva de apoio aos pintores e pintoras, que está oferecendo informações, conteúdos e apoio financeiro complementar a partir de doações feitas por empresas parceiras. Buscamos articular ações de abrangência nacional para reduzir da melhor maneira possível os impactos da pandemia”, conta Reis.

O caminho das doações

1ª fase: Cadastro básico. As pessoas que desejam receber as doações inserem alguns dados no site que está fazendo a campanha de arrecadação e distribuição de valores. A partir disso, é usado um algoritmo que consulta as bases públicas do governo para validar as informações declaradas, buscando atender as pessoas em maior situação de vulnerabilidade.  

2ª fase: cadastro complementar. Nesse momento, no caso das campanhas com participação do Banco Afro, as pessoas têm a alternativa de criar a conta pelo site do projeto ou pelo aplicativo do banco. “Entendemos que nem todo mundo teria como baixar o app. Assim, programamos tudo para que a pessoa consiga abrir a conta e solicitar o cartão pelo site”, frisa Diego. Nesse modelo, após a análise, a pessoa recebe um crédito em conta e o cartão para usar normalmente.  

Atualmente, a maioria das iniciativas de doação usa a comunicação para explicar ao beneficiário onde o recurso deve ser aplicado, como compras de alimentos e remédios. Porém, também é possível realizar o bloqueio tecnológico, ou seja, autorizar o cartão a passar somente em locais com CNAEs previamente autorizados. A CNAE é a Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que tem como objetivo categorizar empresas, instituições públicas, organizações sem fins lucrativos e até mesmo profissionais autônomos em códigos de identificação sobre o que vendem ou que serviços oferecem. Ou seja, seria possível autorizar eletronicamente o uso do cartão somente em estabelecimentos que tivessem a CNAE relacionada à venda de itens comestíveis.

Depois que as doações acabam, as pessoas ficam com as contas para si e podem, no caso do Banco Afro, recarregá-las pagando boletos, fazendo transferência entre contas do banco, TEDs e até liquidação das maquininhas dentro da conta digital. Caso a pessoa não tenha interesse em continuar com a conta, ela pode cancelá-la pelo aplicativo ou site. Se a pessoa ficar mais de três meses sem recarregar, o cancelamento é automático. 

As fintechs podem atuar de muitas formas diferentes e estão trazendo mudanças importantes para o mercado financeiro. Se você quer fazer parte desta transformação, nós podemos te ajudar! A Phi tem o time certo e o conjunto ideal de soluções para fazer a sua fintech decolar! Fale com a gente!

Fontes: 

https://www.pintarobem.com.br/

https://bancoafro.com.br/

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