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Novo pacote irá aportar R$ 4 bilhões em pequenas e médias empresas.

Vivemos uma crise que afeta todas as camadas da sociedade. Nesse cenário, dosar as medidas certas para equilibrar a balança entre encontrar novas formas de oferecer produtos e serviços, pagar funcionários e manter as contas em dia não é fácil, principalmente para as pequenas e médias empresas (PMEs). Para tentar diminuir os efeitos da crise, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vem oferecendo linhas de crédito especiais para esse público há meses. Porém, o caminho até o dinheiro chegar aos caixas de quem realmente precisa nem sempre é fácil.  

Muitas pequenas e médias empresas vêm relatando dificuldade no acesso ao crédito emergencial, e os motivos são os mais variados: a demora nos pacotes anunciados pelos entes governamentais chegarem efetivamente às instituições financeiras; o fato de que os grandes bancos muitas vezes dão preferência a produtos próprios e mais caros; ou a necessidade de oferecer garantias reais, que muitas vezes as empresas menores não possuem. Porém, uma novidade que deve afetar esse ecossistema é que o BNDES abriu uma chamada pública para aportar R$ 4 bilhões em até dez fundos de crédito para micro, pequenas e médias empresas, estruturados como Fundos de Investimento em Direitos Creditórios em duas modalidades: 

a) Fundos estruturados pelos originadores: aqueles que investem, obrigatoriamente, em direitos creditórios originados a partir da base de clientes de uma grande empresa, a partir de plataforma eletrônica.

b) Fundos estruturados por gestores de recursos: aqueles que não se enquadram na definição acima e realizam operações de crédito por meio de plataforma eletrônica própria ou de empresas parceiras.

O que são Fundos de Investimento em Direitos Creditórios? 

Esse tipo de fundo trabalha com Direitos Creditórios, que são todos os valores que uma empresa tem para receber por meio de cheques, parcelas de cartão de crédito e aluguéis, por exemplo. Caso o comerciante precise do dinheiro antes do vencimento da parcela que seu cliente lhe deve, é possível transformar essa dívida em título negociável, que poderá ser vendido para um investidor a um valor mais baixo. Dessa maneira, quando o pagamento do cliente for efetivado, o dinheiro irá para o investidor. Ou seja, o FIDC é um fundo que aplica dinheiro em títulos de créditos formados por contas a receber de empresas. 

Mas o que esses fundos têm a ver com as fintechs? Então, não é de hoje que as fintechs de crédito têm recorrido aos FIDICs como fonte de financiamento. Afinal, para emprestar dinheiro, é preciso tê-lo, o que não é a realidade da grande maioria das startups que atuam na distribuição do recurso e no relacionamento com os clientes. Assim, elas precisam buscar aportes em outras instituições ou fundos para prestarem seus serviços. O caminho do dinheiro no mercado financeiro é muito mais longo e tortuoso do que a nossa vã filosofia possa imaginar.  

A novidade no anúncio do BNDES é que, desta vez, “as fintechs e redes de maquininhas de cartão poderão participar da chamada, com prazo aberto até dia 03 de junho. A iniciativa deve irrigar opções de crédito digital e descentralizado, criando potencialmente formatos mais inovadores de produtos financeiros para PMEs, inclusive para aquelas sem acesso ao sistema bancário tradicional”, destaca publicação do site Estadão. 

Quer saber mais sobre como as fintechs estão ganhando cada vez mais espaço no mercado e como fazer a sua startup de crédito decolar? Fale com a gente, nós temos o conjunto certo de soluções para você 🙂  

Fontes: 

https://bit.ly/3cWa1sq

https://bit.ly/3e83tqK

https://bit.ly/2Tw1lRQ

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