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A “fintechzação” do mundo não é mais ficção científica. Empresas de diferentes áreas apostam em serviços financeiros e pagamentos podem ser feitos por meios cada vez mais tecnológicos.   

As fintechs estão por todos os lados e o mercado brasileiro não fica de fora dessa onda. A “fintechzação” do mundo, como caracterizou Junior Borneli, fundador da Starse, é uma realidade. Grandes varejistas, empresas de entrega e até cafeterias oferecem serviços como cartões de crédito, contas digitais e empréstimos. 

Você sabia que a Rappi oferece cartão de crédito, sistema de pagamentos e digital wallet? Ou que a Starbucks tem um dos sistemas de pagamentos móveis mais populares dos Estados Unidos? Quase onipresentes, as fintechs vêm se multiplicando e sendo incorporadas às mais diferentes áreas. Além das startups, grandes empresas já passaram por esse processo de “fintechzação”, como a Magazine Luiza, a Pernambucanas, a Renner e o Mercado Livre, que já possuem suas próprias iniciativas. De acordo com a revista Forbes, “[…] o investimento global em tecnologia financeira subiu em 2018 e chegou a US$ 55 bilhões em todo o mundo, o dobro do ano anterior, segundo a Accenture”. 

As fintechs deixaram de ser o futuro para ser o presente. Com a tecnologia na palma da mão e ao alcance de muitos, entre 2013 e 2019, o percentual de brasileiros que afirmam realizar compras pelo smartphone pelo menos uma vez por mês mais do que triplicou: subiu de 15% para 50%, mostra a pesquisa “Global Consumer Insights 2019”, produzida pela PwC. Ao mesmo tempo, os outros meios de compra decaíram ou cresceram pouco: lojas físicas (de 70% para 62%); online via PC (de 69% para 59%); ou online via Tablet (de 20% para 29%). De acordo com o levantamento, no Brasil, a união entre tecnologia e serviços financeiros reflete o gosto da população: 58% dos consumidores daqui, contra 51% dos globais, usaram o smartphone para pagar contas e ordens de pagamento no último ano. Já a transferência de dinheiro online é utilizada por 61% dos brasileiros, contra 51% dos respondentes no resto do mundo.

Uma das grande chaves para o sucesso desse processo no mundo todo está na experiência: as pessoas, em geral, estão cansadas dos tratamentos burocráticos, frios e distantes dos grandes bancos. Querem soluções rápidas, linguagens descomplicadas e a sensação de controle sobre o seu dinheiro. A fidelização é outro aspecto importante. Sem precisar “dividir” seus clientes com financeiras externas, as empresas estreitam os laços com seus clientes e passam a conhecer todas as suas preferências e gostos,  podendo, assim, personalizar ainda mais a jornada de compra.  

Além da relação com os clientes, o cenário atual é um importante componente nessa equação de sucesso. As recentes alterações regulatórias aumentam a competitividade no setor e facilitam a abertura de instituições financeiras. O sistema de BaaS facilita, e muito, o caminho para a abertura de uma fintech. O cenário é tão promissor que, de acordo com a StarSe, somente em 2020 os investimentos em fintechs e novas tecnologias que podem melhorar os serviços financeiros pode ultrapassar os 30 bilhões de dólares.  

Quer fazer parte dessa onda de inovação e ter a sua própria fintech? Fale com o nosso time e conheça soluções específicas para as suas necessidades!  

Fontes: 

https://www.linkedin.com/pulse/fintechiza%25C3%25A7%25C3%25A3odo-mundo-junior-borneli/?trackingId=sknyt%2FRRx%2BwA19nBnwASuQ%3D%3D

https://www.fishervb.com/post/o-ano-das-fintechs-e-da-fintechiza%C3%A7%C3%A3o

https://eventos.startse.com.br/fintech-conference/#purchase

https://www.pwc.com.br/pt/sala-de-imprensa/artigos/metade-brasileiros-ja-usa-smartphone-para-fazer-compras.html

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